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Não sabemos se o encontro de Jesus e Maria se deu no Calvário ou nalgum estágio deste doloroso caminho. O que importa é que, em algum momento, ele aconteceu e se assim foi, algo forte ele representará na vida de fé de cada um de nós que procuramos, embora pecadores, seguir os caminhos do Filho de Deus encarnado.
Com o sagrado Rito das Cinzas, iniciamos a Quaresma. Ouvimos do Ministro: “Lembra-te que és pó e em pó te tornarás” (Gn 3,19). Recordar a fragilidade da vida humana impele a reconhecer que o apego material será sempre um contrassenso e a falta de partilha do que se tem com o que nada tem ou pouco possui será, no mínimo, sinal de desajuste. Para esses e para todos, a outra forma da imposição das cinzas é um forte convite: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15).
A Missa do dia 5 de fevereiro, na Catedral Metropolitana, foi, para a Arquidiocese de Juiz de Fora, um momento histórico. A partir dela, demos os primeiros passos rumo ao centenário diocesano de nossa Igreja Particular.
Condoídos pelo passamento do nosso Papa Bento XVI, ao mesmo tempo, muito gratos a Deus pelo riquíssimo legado que ele deixa para os cristãos e para toda a humanidade, estamos todos muito unidos ao coração do amado Papa Francisco e de toda a Igreja, nesta hora significativa da história. De forma sucinta e breve, podemos contemplar sua vida em três momentos, observando em cada um deles as bênçãos que Deus nos proporciona.
O Natal é a festa da união do Céu com a Terra. É a festa do olhar de Deus para a humanidade. Além disso, cabe-nos dizer que o Natal tem origem na Santíssima Trindade. Afinal, dela vem o Espírito Santo para fecundar o seio de Maria; dela é que nasce Jesus em Belém, Verbo que se fez carne, para ser o nosso Salvador.
Com grande alegria, nos reunimos no domingo (20), na Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, como comunidade arquidiocesana, vinda das 37 cidades e 91 paróquias, presencialmente, virtualmente ou ainda espiritualmente, para celebrar, com a Igreja espalhada em todo o mundo, a Solenidade de Cristo Rei do Universo.
A festa de Nossa Senhora da Assunção, aquela que nos precedeu no caminho do céu, acompanhando a primícia, como diz São Paulo, da ressurreição dos mortos que é Cristo, nos chama a atenção para as realidades escatológicas, ou seja, para as realidades de depois da nossa morte. O que acontecerá conosco? O que será que Deus preparou para Seus filhos?
Na última quinta-feira, 16 de junho, Solenidade de Corpus Christi, nos reunimos para celebrar um dos maiores mistérios de nossa fé, o que podemos chamar de Mistério do Amor em estado de perfeição. Recordamos o gesto de total entrega do Senhor a nós, à Igreja.
Um dos santos que mais reúnem títulos na Igreja é Santo Antônio. Sua humildade e, ao mesmo tempo, grande capacidade intelectual, o fizeram teólogo e, sobretudo, grande estudioso das Sagradas Escrituras. Tendo nascido em 1095, viveu no tempo de São Francisco de Assis, cujo nascimento se deu em 1081.

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