Igreja no Mundo

“Recomeçar”, com uma responsabilidade coletiva e não com egoísmo. Esta é a palavra de ordem que o Papa Francisco indica aos participantes da 42ª edição do Encontro pela Amizade dos Povos – que terá início nesta sexta-feira, 20 de agosto, em Rimini – neste dramático momento de pandemia que, de fato, fez surgir o egoísmos e idolatrias de poder e de dinheiro, mas ao mesmo tempo a solidariedade entre os seres humanos.
Neste mês de agosto, a intenção de oração do Papa Francisco é sobre a situação da Igreja, sua vocação e sua identidade. O Papa destaca a vocação própria da Igreja, que é evangelizar, e sonha com uma “opção ainda mais missionária”. O desejo é de uma Igreja que vá ao encontro do outro sem fazer proselitismo. Uma instituição que transforme todas as suas estruturas para a evangelização do mundo atual.
“Com espírito fraterno, uno-me a esta mensagem de esperança por um futuro mais luminoso. Graças a Deus e ao trabalho de muitos, hoje temos vacinas para nos proteger da Covid-19. Elas dão a esperança de acabar com a pandemia, mas somente se elas estiverem disponíveis para todos e se colaborarmos uns com os outros.”
Num telegrama, assinado pelo cardeal secretário de Estado Pietro Parolin, o Papa Francisco expressa suas orações e solidariedade pela tragédia ocorrida em 13 de agosto na cidade inglesa, teatro de um tiroteio que causou a morte de quatro pessoas e do assassino. As vítimas foram recordadas na terça-feira (17) durante a cerimônia das vésperas na catedral
Promoção da vida e do apostolado dos fiéis leigos, cuidado pastoral dos jovens, da família e apoio à vida humana. Estas são algumas das diretrizes que orientam as atividades do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, instituído pelo Papa em 15 de agosto de 2016 com a carta apostólica sob a forma de motu proprio Sedula Mater. “A Igreja Mãe cuidadosa”, diz o texto, “sempre teve, ao longo dos séculos, cuidado e consideração pelos leigos, pela família e pela vida, manifestando o amor do Salvador misericordioso para com a humanidade”. A Carta Apostólica prossegue: “Asseguramos que os dicastérios da Cúria Romana sejam adaptados às situações do nosso tempo e às necessidades da Igreja universal. Em particular, nossos pensamentos voltam-se para os leigos, para a família e para a vida, aos quais desejamos oferecer apoio e ajuda, para que possam ser um testemunho ativo do Evangelho em nosso tempo e uma expressão da bondade do Redentor”.
“Depois de uma guerra de vinte anos com custos humanos incalculáveis ​​e bilhões de euros em gastos, a retirada das forças armadas dos Estados Unidos está deixando o país em um abismo trágico”: é o que comenta a Caritas Italiana sobre os acontecimentos no Afeganistão, onde, após a retirada das tropas estadunidenses, após cerca de vinte anos em missão, o Talibã retomou o poder. No domingo (15), a tomada do palácio presidencial em Cabul.
A Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) expressou sua solidariedade em oração ao Haiti e aprovou imediatamente um pacote de ajuda emergencial para o país. A população foi afetada por um grave terremoto de magnitude 7,2 no sábado (14).
“Inculturar a fé e evangelizar a cultura”, ser alegres e ter senso de humor, “o melhor testemunho que podemos oferecer ao santo povo fiel de Deus”: essas foram algumas das indicações que o Papa Francisco deu aos participantes do Congresso da Vida Religiosa da América Latina e do Caribe, que se realiza de modo virtual de 13 a 15 de agosto.
No próximo domingo, dia 15 de agosto, será o “Dia anual de Oração ecumênica” pela reunificação das duas Coreias. O evento é promovido todos os anos pelo Conselho Nacional das Igrejas Coreanas. Ele acontece em comemoração ao “Dia da Libertação da Coréia” do domínio japonês, em 1945.

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