Igreja no Mundo
Da operação no cólon a que foi submetido no último dia 4 de julho na Policlínica Gemelli – e suas atuais condições de saúde -, à crise no Afeganistão e à preocupação com a população. Depois o diálogo com a China, o ponto de vista sobre a eutanásia e o aborto, ambos símbolos daquela “cultura do descarte” que sempre foi denunciada, o julgamento no Vaticano e, por fim, os desafios do seu pontificado como a reforma do A Cúria e a luta contra a corrupção e a pedofilia. Pontificado que, tendo chegado quase ao nono ano, ao contrário de boatos que circulam na mídia italiana e argentina, não será interrompido antes do previsto: “Nunca me passou pela cabeça renunciar”.
Um estilo de vida sóbrio e ecossustentável é o que pede o Papa Francisco na videomensagem com a intenção de oração para setembro, mês do Tempo da Criação, divulgada pela Rede Mundial de Oração do Papa.
“Dirijo um apelo a todos para que intensifiquem a oração e pratiquem o jejum. Oração e jejum, oração e penitência, este é o momento de fazê-lo. Estou falando sério, intensificar a oração e praticar o jejum, pedindo ao Senhor misericórdia e perdão”.
“Há um modo infalível para vencer o mal: começar a derrotá-lo dentro de nós.” Assim o Papa Francisco comenta o Evangelho deste domingo, 22º do Tempo Comum.
São mais de 5.500 casos de coronavírus na Libéria, país africano que, até o momento, registra 245 mortes. A campanha de vacinação segue muito devagar, tanto que até agora apenas 0,6% da população recebeu a segunda dose da vacina.
A hipocrisia foi o tema da Audiência Geral desta quarta-feira (25). Dando continuidade ao ciclo de catequeses sobre a Carta de São Paulo aos Gálatas, o Papa Francisco citou um episódio narrado pelo Apóstolo ocorrido em Antioquia.
O Vaticano divulgou nesta quarta-feira (25), o sexto episódio da série de vídeos sobre a Exortação Apostólica Amoris Laetitia. Nele, o Papa Francisco afirma: “O amor sempre dá vida. O amor conjugal não termina dentro do casal, mas gera uma família. O amor dos pais é instrumento do amor de Deus, que espera com eles o nascimento de cada filho, o aceita e o acolhe assim como ele é.”
“Não devemos buscar Deus em sonhos e imagens de grandeza e poder, mas devemos reconhecê-lo na humanidade de Jesus e, consequentemente, na dos irmãos e irmãs que encontramos no caminho da vida.” Foi o que disse o Papa na alocução que precedeu o Angelus, ao meio-dia do 21º Domingo do Tempo Comum, 22 de agosto.
“Vamos voltar a ouvir Jesus e ouvir como Maria”. Este é o tema do Dia de Oração e Reflexão no âmbito da escuta da Assembleia Eclesial da América Latina e do Caribe. A jornada oracional será neste sábado, 21.