Igreja no Mundo
O Papa responde ao romancista italiano Maurizio Maggiani, que há poucos dias lhe escreveu uma carta aberta no jornal italiano “Secolo XIX”, relatando com “vergonha” a descoberta do método criminoso utilizado para imprimir seus livros e de outros autores em detrimento dos imigrantes. Hoje, no diário de Gênova, as palavras de Francisco: é preciso a coragem de “renunciar” às vantagens produzidas pelos “mecanismos de morte”
O patriarca Ecumênico Bartolomeu; o patriarca Kirill de Moscou e Todas as Rússias; o arcebispo Hieronymos II de Atenas e Toda a Grécia; a Igreja Evangélica da Grécia; o arcebispo Anastasios de Tirana, Durres e toda a Albânia e os membros do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) nos EUA. Estes são os destinatários de várias mensagens de solidariedade enviadas pelo secretário-geral interino do CMI, o Rev. Ioan Sauca.
Na Audiência desta quarta-feira (11) o Papa Francisco continuou suas catequeses sobre a Carta aos Gálatas com o tema de hoje “Por que, então, a Lei? Esta é a questão que, seguindo São Paulo, queremos aprofundar hoje, a fim de reconhecer a novidade da vida cristã animada pelo Espírito Santo”, explicou o Papa.
Para o Japão, esta segunda-feira, 9 de agosto é um dia muito especial. Há 75 anos a cidade de Nagasaki foi atingida por um bombardeio nuclear, três dias após o de Hiroshima. Um momento de dor, luto e oração, uma oportunidade de ouvir, como todos os anos, as vozes dos sobreviventes. Os testemunhos daqueles que, de geração em geração, ainda carregam nos seus corações e nos seus corpos as feridas que infelizmente ainda estão abertas. Hoje é também o dia seguinte ao encerramento dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, adiados por um ano por causa da pandemia da Covid-19. Olimpíadas que em meio a polêmicas, por fim, foram realizadas regularmente na qual foram entregues mais de mil medalhas – um recorde na história dos Jogos – a atletas de todos os continentes. Portanto, por um lado a memória de um longo período, doloroso e necessário, e por outro com os olhos já voltados para o próximo grande evento que começará dentro de algumas semanas: os Paraolímpicos.
“Eu sou o pão da vida”: este é o tema aprofundado pelo Papa Francisco no Angelus deste domingo, 8 de agosto na Praça São Pedro. Referindo-se ao Evangelho de hoje, o Papa convidou a refletir sobre o “que significa o pão da vida”, observando que “que têm fome não pedem comida refinada e cara, pede pão. Os desempregados não pedem salários enormes, mas sim o ‘pão’ de um emprego. Jesus se revela como o pão, ou seja, o essencial, o necessário para a vida de cada dia”.
“Uma aparição pascal antecipada”, mas também “dom de amor infinito de Jesus” que mostra a glória da Ressurreição, “um vislumbre do céu na terra”. Em seu magistério, o Papa Francisco se deteve muitas vezes sobre o significado da Transfiguração, festa celebrada no dia 6 de agosto porque, segundo a tradição, teria acontecido 40 dias antes da crucificação, 40 dias antes da festa da Exaltação da Cruz, em 14 de setembro.
Será dedicada ao “coração generoso de Papa Francisco” a edição deste ano, a de número 38, da evocação do milagre de Nossa Senhora das Neves na Basílica de Santa Maria Maior, uma das quatro basílicas papais de Roma. O idealizador e arquiteto Cesare Esposito, segundo a agência de notícias Adnkronos, chegou a enviar uma carta ao Pontífice convidando-o para seguir o evento que acontece nesta quinta-feira (5), às 21h no horário italiano, para testemunhar a evocação da Virgem, “para que se torne um símbolo de esperança e de amor para todos os fiéis e para a cidade”.
A Fundação Pontifícia ACN Brasil (Ajuda à Igreja que Sofre), entidade que apoia projetos da Igreja Católica em mais de 140 países, promove no dia 6 de agosto a sétima edição do Dia de Oração pelos Cristãos Perseguidos. Com o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Dia de Oração convida todas as paróquias do país a promoverem e chamar as pessoas a participarem desta corrente em favor dos cristãos que sofrem perseguição religiosa.
“O Evangelho é um só” foi o tema da terceira catequese do Papa dedicada à Carta aos Gálatas. Nas duas catequeses anteriores, o Papa inaugurou o novo ciclo comentando as dificuldades enfrentadas pelo discípulo na obra de evangelização na Galácia.