Igreja no Mundo

O Papa Francisco despediu-se da República Democrática do Congo nesta sexta-feira (3). O avião decolou pouco antes das 10h50 (hora local, 5h50 em Brasília) em direção ao aeroporto de Juba, no Sudão do Sul, segunda etapa da viagem apostólica.
O último compromisso do Papa Francisco na República Democrática do Congo na manhã desta sexta-feira (03) foi o encontro com os Bispos na Sede da Conferência Episcopal Nacional do Congo (Cenco). 
O Papa Francisco encontrou-se com os jovens e os catequistas no Estádio dos Mártires, na manhã desta quinta-feira, 2, em Kinshasa, na República Democrática do Congo (RDC), no âmbito de sua 40ª Viagem Apostólica Internacional.
“Uma peregrinação ecumênica de paz”: assim o Papa definiu, no Angelus do último domingo (29), sua 40ª Viagem Apostólica, que o leva à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul. Nesta 40ª viagem internacional, que se realiza até 5 de fevereiro, Francisco levará a estes dois países africanos a palavra de Deus, a esperança da paz e do diálogo.
Foi divulgada, nesta segunda-feira (30), a mensagem de vídeo do Papa Francisco com a intenção de oração para o mês de fevereiro. O Pontífice convida toda a Igreja Católica, através da Rede Mundial de Oração do Papa, a rezar pelas Paróquias.
Neste IV Domingo do Tempo Comum (29), na oração do Angelus, o Papa falou sobre as Bem-aventuranças segundo o Evangelho de Mateus. Francisco quis esclarecer “quem são os pobres em espírito”, explicando que são aqueles que sabem que não são suficientes por si mesmos, que não são autossuficientes e vivem como “mendigos de Deus”:
Foi apresentado o programa da viagem do Papa à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul, de 31 de janeiro a 5 de fevereiro. Esta será a 40ª viagem do pontificado, mas deveria ter sido a 37ª porque estava programada para julho de 2022. Problemas de saúde relacionados com seu joelho e terapia durante os meses anteriores forçaram o Papa a adiar a visita.
A morte de Bento XVI, as críticas publicadas em livros recentes, a homossexualidade que “não é um crime”, a saúde “boa” apesar da idade, as relações com a China, o percurso sinodal alemão e o caso dos abusos do jesuíta Marko Rupnik.  São inúmeros os temas – de grande atualidade – que o Papa Francisco enfrenta numa nova entrevista divulgada nessa quarta-feira (25) pela agência de notícias estadunidense Associated Press (AP).
O Senhor está “irritado” com a violência e sofre assistindo a guerras e ações violentas empreendidas por quem se professa cristão, disse o Papa na homilia das Vésperas na festa da Conversão de São Paulo. Francisco se reuniu na Basílica Ostiense com lideranças cristãs para a tradicional conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC).

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