O Papa envia dez mil medicamentos para as vítimas do terremoto na Turquia

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Mais uma vez, após o terremoto de 6 de fevereiro passado que devastou a Síria e a Turquia com mais de 50 mil vítimas, o Dicastério para o Serviço da Caridade está tomando medidas, por mandato do Papa, para enviar a Istambul paletes de medicamentos. Um primeiro envio foi feito na última segunda-feira (27), mas se prossegue também nesta terça-feira (28).

Trata-se de dez mil medicamentos que foram adquiridos por recomendação da Embaixada da Turquia junto à Santa Sé, que tem o controle da situação no país. Na Síria, devastada pelo terremoto e pela guerra com 15 milhões de pessoas em dificuldade, já chegou a ajuda econômica do Papa no passado graças à Nunciatura Apostólica que se encarrega de aplicá-la em favor da população.

“Enviamos ajuda através de aviões turcos”, sublinha o esmoleiro do Papa, cardeal Konrad Krajewski, “prestando atenção na altura dos paletes e do peso. Um trabalho possível graças à ajuda de voluntários”. Já depois do terramoto que provocou quase 2 milhões de deslocados na Turquia, a Esmolaria Apostólica enviou não só medicamentos, mas sobretudo alimentos enlatados como arroz e atum, camisetas térmicas, fraldas e muitos outros materiais capazes de resistir ao tempo e ao frio. Ao mesmo tempo, teve início a missão na Síria e na Turquia do prefeito do Dicastério para as Igrejas Orientais, dom Claudio Gugerotti.

CEI: coleta aberta para Síria e Turquia até 30 de abril

No domingo passado, foram arrecadadas ofertas em todas as igrejas italianas para serem destinadas, segundo as indicações da Conferência Episcopal Italiana (CEI), às populações da Turquia e da Síria “como sinal concreto de solidariedade e participação de todos os fiéis nas necessidades materiais e espirituais” das vítimas do terremoto. No entanto, é possível continuar doando até 30 de abril deste ano, também através da conta postal nº 347013, ou com doação on-line através do site www.caritas.it ou transferência bancária especificando “Terremoto Turquia-Síria 2023”. Para enfrentar as primeiras emergências, a CEI disponibilizou 500 mil euros.

Fonte: Site Vatican News

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