Com Maria, unidos para superar o exílio

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A Mãe Igreja nos convidou a celebrar no último domingo, no mundo inteiro, a gloriosa Assunção de Maria. Ao final de sua caminhada terrena, após cumprir plenamente a missão que o Pai lhe deu, ela é levada para o céu em corpo e alma, nos precedendo no caminho para a eternidade. Teve esse privilégio pelos méritos de Cristo; ela que fora preservada de todo pecado.

Seguindo Nossa Senhora, a primeira discípula – na expressão de Lutero -, a primeira da fila dos seguidores de Cristo – no dizer do amado Papa Francisco -, todos nós seguimos nos caminhos desta vida, agora marcada pelo desafiante tempo da pandemia. Temos nela um modelo a seguir na superação do exílio.

Recordemos, em primeiro lugar, que Maria, por desígnio de Deus, não está só, mas há ao seu lado um noivo que com ela compartilhará os momentos difíceis. É José, a quem Deus vocacionou para ser o protetor da Mãe e do Divino Filho.

Lembremos ainda que, por mistério de Deus, mesmo antes de saber do coronavírus, sabiamente, Papa Francisco já havia determinado que o ano de 2020 fosse dedicado a São José. Portanto, introduzamos também o castíssimo esposo de Maria e pai nutrício de Jesus em nossa reflexão.

No meio dos imensos desafios que nos rodeiam com a Covid ou qualquer outro que nos advenha nos caminhos desta vida, olhemos para Maria, olhemos para José. Neles vemos o modelo exato de como superar nossos exílios, nossas crises, nossos obstáculos.

Eles nos ensinam a ter olhos sempre fixos em Jesus. N’Ele temos toda força, toda luz, toda graça. Com Ele, também nós, superados todos os exílios e todas as crises de nossa existência, seguiremos a trilha luminosa para a viagem definitiva para o alto, para aquele lugar belo e eterno que Deus preparou para todos os que O amam.

Dom Gil Antônio Moreira
Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora

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