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No Dia de Finados, milhares de pessoas vão aos cemitérios orar pelos seus entes queridos, que ali estão sepultados. É um dia também de celebrar a esperança na vida eterna. Com a proximidade da data, muitos fiéis param para refletir sobre a morte e podem manifestar o desejo de que seu corpo seja reduzido a cinzas. Porém, muitos familiares possuem dúvidas de como proceder ou de como a Igreja Católica lida com a questão da cremação.
O Conselho Episcopal da América Latina e Caribe (CELAM) apresenta oficialmente nesta segunda-feira, 31 de outubro, o documento da Assembleia Eclesial “Rumo a uma Igreja sinodal em saída para as periferias – Reflexões e propostas pastorais a partir da Primeira Assembleia Eclesial da América Latina e do Caribe”. O subsídio, que representa o fruto do processo sinodal que a Igreja da América Latina e do Caribe passou, é apresentado em uma coletiva de imprensa na sede da Rádio Vaticano. A publicação reúne as propostas pastorais e as linhas de ação que emergiram da Assembleia Eclesial realizada de 22 a 28 de novembro de 2021 na Cidade do México, com mais de mil participantes na modalidade presencial e remota.
A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta segunda-feira, 31 de outubro, uma mensagem sobre a conclusão das Eleições 2022. O momento, segundo a mensagem, “convoca-nos, ainda mais, para a reconciliação, essencial ao novo ciclo que se abre”.
Todos os anos, no dia 2 de novembro, a Igreja faz memória dos Fiéis Defuntos, um dia é celebrar a vida e não a morte. Tempo de comemorar e refletir a fé na ressurreição e a esperança do encontro na morada que Jesus preparou. Além de ser uma oportunidade para agradecer a Deus a existência daqueles que nos precederam. Confira os locais e horários de celebrações do dia.
“O olhar de Deus nunca se detém em nosso passado cheio de erros, mas olha com infinita confiança para o que podemos nos tornar”: foi o que disse o Papa Francisco neste domingo, 30 de outubro, na alocução que precedeu o Angelus recitado com os fiéis reunidos na Praça São Pedro.
Há as vítimas de abusos, tráfico ou racismo. Há sacerdotes, ex-sacerdotes e leigos, cristãos e aqueles ‘distantes’ da Igreja, aqueles que querem reformas sobre o sacerdócio e o papel feminino, e aqueles que “não se sentem à vontade para acompanhar os desenvolvimentos litúrgicos do Concílio Vaticano II”. Há aqueles que vivem em países de martírio, aqueles que lidam diariamente com violências e conflitos, aqueles que lutam contra a bruxaria e o tribalismo. Em resumo, há toda a humanidade, com suas feridas e medos, suas imperfeições e instâncias, nas aproximadamente 45 páginas que compõem o Documento para a etapa continental.