Missa da Ceia do Senhor recorda momentos anteriores à crucificação

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Na noite dessa quinta-feira, 1º de abril, a Igreja deu início ao Tríduo Pascal, auge da Semana Santa. Na Catedral de Juiz de Fora, a Missa da Ceia do Senhor foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e contou com a participação de todo o clero paroquial. A celebração desse dia recordou a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, o serviço do Lava-Pés e o Mandamento Novo.

“Durante a Semana Santa nós intensificamos aquilo que vivemos na Quaresma, sobretudo meditando com mais atenção, mais coração, mais amor, a paixão e morte do Senhor. No Tríduo Pascal nós celebramos tudo isso já com o coração voltado para o Domingo da Ressurreição”, apontou Dom Gil.

Após a celebração, houve uma pequena procissão com o Santíssimo Sacramento em direção ao salão paroquial. No local, Jesus Eucarístico foi colocado em uma urna. “Na Quinta-feira Santa, depois que termina a Missa da Ceia do Senhor, o Santíssimo Sacramento é recolhido numa capela especial, para que ali as pessoas possam adorá-Lo sabendo que Ele está vivo, mas celebrando respeitosamente a Sua morte”, explicou ainda o Arcebispo. Além disso, houve o rito da desnudação dos altares, que recorda o momento em que as roupas de Cristo foram tiradas, antes da crucificação. “Representando esse momento de sofrimento moral de Jesus, a Igreja pede para desnudar os altares, tirar as toalhas, mas sempre na esperança da veste nova do batismo, da veste nova da ressurreição”, ressaltou.

Dom Gil Antônio Moreira ainda comentou sobre as celebrações que os católicos viverão nos próximos dias. “Depois passamos para o recolhimento da sexta-feira, olhando para o Senhor que morre por nós. Dia de silêncio, dia de respeito, dia de jejum e abstinência. Entramos no sábado da expectativa e tudo culmina no domingo da ressurreição. Esta é a nossa Páscoa, esta é a Páscoa verdadeira. Páscoa significa passagem, libertação do pecado, libertação do mal e vitória da vida”.

O Arcebispo Metropolitano aproveitou para deixar uma mensagem, recordando o momento difícil que o mundo vive. “Neste tempo de pandemia muitas coisas nos desafiam, muitos problemas nos assolam, muitas situações estão colocando grandes dificuldades para muita gente. É preciso a gente assumir isso de forma pascal. É uma espécie de sexta-feira santa que estamos vivendo desde o ano passado, uma paixão do Senhor. Mas sem perder a esperança e o ânimo, chegará o momento da ressurreição, e nós queremos que ele chegue o mais rápido possível”.

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