Thuany Menezes

A celebração da Quinta-feira Santa, no último dia 2 de abril, marcou o início do Tríduo Pascal — o coração do ano litúrgico da Igreja — com a memória da instituição da Eucaristia e o gesto do Lava-Pés.
Presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Marco Aurélio Gubiotti, a celebração foi marcada pela bênção dos óleos dos catecúmenos e dos enfermos e pela consagração do Santo Crisma.
O Ressuscitado nos encontra no caminho, chama-nos pelo nome e reacende em nós a esperança.
O Domingo de Páscoa se apresenta como a afirmação decisiva da fé cristã: a vida prevalece diante da morte. Não como negação da dor vivida, mas como sua superação.
O Sábado Santo rompe com a lógica da pressa que marca o nosso tempo.
Se a Quinta-feira Santa nos coloca diante do gesto, ou seja, é Deus que se abaixa, que serve e que se entrega, a Sexta-feira Santa nos impede de romantizar essa entrega.
Dom Marco Aurélio ressaltou que o Ofício de Trevas é uma tradição importante que ajuda na preparação para o Tríduo Pascal, centro do Ano Litúrgico.
A reflexão foi conduzida pelo Padre João Carlos Ventura, pároco da Paróquia Nosso Senhor dos Passos, em Rio Preto (MG), que abordou o tema “A ternura da maternidade divina em Maria, Mãe do povo fiel”.
O Domingo de Páscoa é a mais importante celebração do calendário cristão, pois marca a ressurreição de Jesus Cristo, fundamento da fé para milhões de fiéis em todo o mundo. A data é móvel e, neste ano, será celebrada no dia 5 de abril.

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