Danielle Quinelato

A morte do Papa Emérito Bento XVI, na manhã do dia 31 de dezembro, mexeu com toda a Igreja. Desde a confirmação de seu falecimento pela Santa Sé, começaram a surgir ao redor do mundo manifestações de admiração e reconhecimento pelo papa alemão que conduziu a Igreja de Cristo por oito anos. Nos últimos dias, dois estudiosos da Arquidiocese de Juiz de Fora publicaram artigos em homenagem a Bento XVI.
Condoídos pelo passamento do nosso Papa Bento XVI, ao mesmo tempo, muito gratos a Deus pelo riquíssimo legado que ele deixa para os cristãos e para toda a humanidade, estamos todos muito unidos ao coração do amado Papa Francisco e de toda a Igreja, nesta hora significativa da história. De forma sucinta e breve, podemos contemplar sua vida em três momentos, observando em cada um deles as bênçãos que Deus nos proporciona.
A cidade de Roma amanheceu encoberta por uma forte neblina, que impedia até mesmo de ver a cúpula da Basílica Vaticana, diante da qual milhares de fiéis se reuniram para o funeral do Papa emérito Bento XVI. O funeral seguiu o protocolo de um Papa reinante, com algumas modificações. Na homilia, Francisco comentou a leitura extraída de Lucas 23, 46, de modo especial a seguinte frase: «Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito».
O Natal é a festa da união do Céu com a Terra. É a festa do olhar de Deus para a humanidade. Além disso, cabe-nos dizer que o Natal tem origem na Santíssima Trindade. Afinal, dela vem o Espírito Santo para fecundar o seio de Maria; dela é que nasce Jesus em Belém, Verbo que se fez carne, para ser o nosso Salvador.
Na manhã da última terça-feira, 20 de dezembro, a presidência do Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu a última videoconferência do ano. O objetivo da reunião foi tratar sobre o método utilizado para os encontros do Regional, principalmente a Reunião CONSER Leste 2 e a Assembleia CONSER.
Na festividade de Santo Estêvão Mártir, o Papa dedicou algumas palavras ao santo no Angelus desta segunda-feira (26), na Praça São Pedro. Francisco iniciou recordando que na liturgia, logo depois do Natal, são comemoradas figuras dramáticas de Santos mártires, entre eles Santo Estêvão e os Santos Inocentes, as crianças mortas pelo rei Herodes.
“Como os pastores de Belém, deixemo-nos envolver pela luz e saiamos para ver o sinal que Deus nos deu. Vençamos o torpor do sono espiritual e as falsas imagens da festa que fazem esquecer Quem é o Festejado. Saiamos do tumulto que anestesia o coração induzindo-nos mais a preparar ornamentações e prendas do que a contemplar o Evento: o Filho de Deus nascido para nós.” Essa foi a exortação do Papa na tradicional Mensagem de Natal e Bênção Urbi et Orbi.
Na homilia da Missa solene da Noite de Natal desse sábado (24), na Basílica de São Pedro, com milhares de fiéis e peregrinos presentes oriundos de várias partes do mundo, o Papa Francisco convidou-nos a redescobrir o sentido do Natal.

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