Santuário São Frei Galvão, em Guaratinguetá (SP), completa 10 anos de Constituição Canônica

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O Santuário de Santo Antônio de Sant’Anna Galvão em Guaratinguetá (SP) comemorou, nessa terça-feira, 8 de dezembro, os dez anos de constituição canônica. O decreto foi assinado na Solenidade da Imaculada Conceição pelo cardeal então arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno Assis.

A cidade do Santo brasileiro está dentro do território da Arquidiocese de Aparecida (SP). Segundo aquela Igreja Particular, a criação do santuário foi o primeiro passo para separar a igreja de Frei Galvão da Paróquia Nossa Senhora de Fátima. Todos os anos, em 25 de outubro, a cidade para e festeja “Frei Galvão”, aquele das famosas pílulas milagrosas e canonizado pelo Papa Bento XVI, em 2007.

O documentário abaixo traz depoimentos de padres que passaram pelo local. Entre eles, o padre Nelson Ferreira Lopes, da Paróquia Santo Expedito; padre Roberto Lourenço da Silva, primeiro reitor do Santuário, e do cardeal Raymundo Damasceno.

História

No dia 12 de outubro de 1983, no bairro Jardim do Vale, em Guaratinguetá, foi celebrada a primeira missa no local onde seria construída a igreja dedicada a Frei Galvão. As pessoas foram acomodadas em uma antiga casa e o Padre Victor Menuti, então Pároco da Paróquia de São Pedro Apóstolo, foi o presidente da celebração.

Com essa primeira celebração foi inaugurada a Capela São José e a comunidade continuou trabalhando para a construção da igreja. O terreno, no entanto, não pertencia a igreja e durante muito tempo tentou-se comprá-lo, sem sucesso. Com bom coração e caridade, a Família Galvão, dona do terreno, se dispôs a doá-lo a Arquidiocese de Aparecida com a finalidade de construir-se no local uma igreja dedicada a São José. O contrato foi assinado no dia 1º de setembro de 1987, onde a família Galvão foi representada pelo senhor Edson José Galvão Nogueira.

No início dos anos 90, com a ida do Padre Nelson Ferreira Lopes para a Paróquia Nossa Senhora de Fátima, iniciou-se a construção da igreja dedicada a São José. Nesse período, foram construídas as paredes da igreja. Em 1996 chegava a paróquia o Padre Anísio Teixeira, que daria continuidade ao trabalho. Mas, com a beatificação de Frei Galvão, a obra foi paralisada para adequação do projeto.

Com plena aceitação da comunidade de São José, a igreja passou a ser chamada de Beato Frei Galvão e foram finalizadas as obras de construção. Ela passou a ser a primeira igreja dedicada ao beato brasileiro, nascido em Guaratinguetá, e que depois se tornou santo.

*Fonte: Site da CNBB
** Com informações da Arquidiocese de Aparecida (SP)

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