A Igreja é reconhecida como a maior organização de caridade do mundo. Já nas primeiras comunidades cristãs, como narra o livro dos Atos dos Apóstolos, havia a preocupação com o serviço aos mais necessitados. Na Arquidiocese de Juiz de Fora não é diferente. Desde a criação desta Igreja Particular, em 1924, a atenção àqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade social é uma das prioridades.
Por isso, dentro da programação festiva do Centenário Diocesano, no dia 2 de fevereiro a Obra dos Pequeninos de Jesus, mantida pela Fundação Maria Mãe, sediou Celebração Eucarística presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira. “A Igreja não pode esquecer dos pobres, porque Jesus nunca os esqueceu. Os pobres são a riqueza da Igreja, segundo a palavra de São Lourenço. E por isso, nessa programação da celebração de cem anos da Diocese, não poderíamos deixar de incluir algumas atividades com esses nossos irmãos”, justificou o Pastor Arquidiocesano.
Para Dom Gil, o trabalho feito naquele espaço representa toda a atenção dada às pessoas em situação de vulnerabilidade social. “A Obra dos Pequeninos Jesus, que é da Fundação Maria Mãe, recebe mais ou menos 200 pessoas por dia para o café da manhã, para o tratamento de saúde, para o banho e tantas outras coisas que a pessoa humana precisa. Esta obra é um símbolo, assim como a Sociedade de São Vicente de Paulo, de tudo aquilo que a Igreja faz em favor dos pobres. Essa missa de hoje é justamente um momento de agradecermos a Deus a oportunidade de trabalhar para os nossos irmãos mais necessitados e por tudo aquilo que, durante esses cem anos, a Diocese de Juiz de Fora fez e continua fazendo em favor deles”, pontuou o Arcebispo.
O Diretor-Presidente da Fundação Maria Mãe, Diácono Hélio Rodrigues de Oliveira, afirmou sentir-se honrado pela instituição ter sido lembrada no contexto de comemorações do Centenário. “A Obra completa 40 anos neste ano e, portanto, está atuante há quase metade do tempo da Diocese. Essa obra que é tão importante para a prática da caridade e que está aberta a todos aqueles que queiram nos ajudar, sejam como voluntários ou como doadores”, pediu o diácono.
Além do Diretor-Presidente da Fundação, serviram ao Altar os diáconos permanentes Alvaro Shwenck Spindula e Carlos Augusto Duque. Após a Missa, foi servido o café da manhã para as pessoas presentes.