Jovens da Arquidiocese recebem carta-resposta do Vaticano

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Menos de um ano depois da emoção vivida na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, quatro jovens da Arquidiocese de Juiz de Fora que foram ao evento viveram outro momento marcante: receber uma carta na Nunciatura Apostólica do Brasil, equivalente a uma Embaixada do Vaticano no país. 
 
Isso aconteceu porque, antes mesmo de embarcarem para a cidade maravilhosa, Yago Vinícius Motta Benedito, Letícia Cristina Pereira, Ana Paula do Nascimento Duque e Cristiano Pires decidiram escrever uma carta ao Papa Francisco, sem mesmo saber como as entregariam ao Sumo Pontífice. Eis que, no dia do encerramento da JMJ, Letícia teve a oportunidade de ficar próxima do “papa-móvel” e, unindo todas as correspondências, jogou-as dentro do veículo. O tempo passou e, quando nenhum deles esperava uma resposta, ela veio. Na carta, o assessor da Santa Sé, monsenhor Peter B. Wells, representa Francisco e em nome dele envia bênçãos, agradece pela mensagem recebida e pede que continuem rezando por ele.
 
Yago, de 18 anos, participa ativamente na Paróquia São Mateus e fez parte da Comissão de Hospedagem dos Peregrinos na Semana Missionária em Juiz de Fora. Na carta que escreveu, contou sobre sua caminhada religiosa e como estudante, pediu a bênção do Santo Padre e elogiou a posição dele na Igreja. Quando fala da experiência de viver a JMJ Rio 2013, Yago a caracteriza como “marcante e única”. 
 
18410 483656771726819 1107442291 nCom relação à correspondência que recebeu, conta que não esperava mais a resposta. “Foi uma emoção enorme. Primeiro porque fazia mais de seis meses que a JMJ havia acontecido e não tinha a mínima esperança de uma resposta, a menor que fosse. Quando me entregaram a carta, fiquei assustado e confesso que pensei mil coisas. Quando fui abrindo, me deparei com um postal que tinha a foto do Papa com alguns jovens e foi aí que caí em mim e vi do que se tratava. Fiquei muito feliz”. 
 
Letícia tem 24 anos, participa do Movimento dos Focolares e do projeto dos Jovens Missionários Continentais, que é o fruto mais visível da presença de jovens da Arquidiocese na Jornada. Ela, que escreveu sobre a alegria em participar do evento e o quanto as palavras e o testemunho de Francisco a impulsionavam a querer ser cada vez mais coerente com o Evangelho, afirma que a JMJ foi a maior experiência de sua vida. “Mais de três milhões de pessoas de todos os lugares do mundo, com toda diversidade que se entendia e se amava! A Jornada me fez compreender que o sentido da minha vida era gastá-la, doá-la, e que só assim me realizaria plenamente”. 
 
Outras Informações:
Assessoria de Comunicação Arquidiocese Juiz de Fora: (32) 3229-5450

 

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