Em dia de festa para Dom Gil, Coral Benedictus comemora dez anos de fundação

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No último sábado, 18 de dezembro, a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora sediou três eventos muito especiais. Naquele dia, primeiramente foi realizada a Cantata de Natal do Coral Benedictus, evento que também marcou os dez anos de criação do grupo. A apresentação, acompanhada por familiares dos integrantes do coral, foi transmitida ao vivo pela WebTV “A Voz Católica”.

O Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, assistiu à cantata juntamente com o Arcebispo Emérito de Sorocaba (SP), Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues. Responsável pela fundação do coro arquidiocesano, Dom Gil comemorou a data. “A dez anos atrás eu vi que a nossa Catedral e a nossa Arquidiocese precisavam de um coro. Nós já tínhamos corais aqui, mas nunca é demais; os louvores de Deus devem ser sempre mais valorizados. E a música coral tem um lugar muito importante na Igreja: o povo deve cantar, mas também deve ser enlevado pela música coral para que possa rezar melhor. Ele foi inaugurado no Natal de 2011 e agora, chegando o Natal de 2021, nós temos a alegria de ver que o coral não só perseverou, mas cresceu em qualidade, cresceu em número e hoje recebe aplausos de todos.”

O atual Maestro do Coral Benedictus, Padre João Francisco Batista da Silva, relembrou a importante participação de seus antecessores – Ciro Tabet e Fábio Figueira Santos – nessa história e observou que, nos últimos dez anos, o grupo cresceu não só na parte musical, mas também espiritualmente. “A gente observa que o coral tem procurado cumprir a missão dele, que é servir a Deus através do canto litúrgico, e a nossa preocupação é sempre esta: de manter uma música de qualidade, mas ao mesmo tempo oferecer uma experiência espiritual através da música, porque a beleza da música é a porta do mistério de Deus”, destacou.

Após a Cantata de Natal, foi celebrada Missa em ação de graças pelos 45 anos de Ordenação Presbiteral de Dom Gil, completos naquele dia. Em entrevista, o Arcebispo falou de sua caminhada vocacional e recordou que, daqui a cinco anos, celebrará o Jubileu de Ouro. “Comecei essa caminhada com 11 anos de idade. Tive muitos colegas que não perseveraram, saíram do Seminário; no fim da história nós fomos oito ordenados de 80 que éramos no primeiro ano. Sou muito feliz de ser padre. Lembro-me bem daquele 18 de dezembro de 1976: era também um sábado, véspera do 4º Domingo do Advento. E naquela hora em que me deitei na Catedral [de Itapecerica (MG), sua cidade natal], me entreguei completamente a Nosso Senhor e disse: ‘não tenho mais vontade; a minha vontade agora é cumprir a Tua’. E eu tenho procurado fazer isso, sempre com limites, com dificuldades, com falhas, mas com muita devoção e muito coração”, revelou.

Para fechar a noite, a coordenação arquidiocesana do Terço dos Homens realizou um terço luminoso na frente da Catedral Metropolitana. A oração, realizada anualmente, contou com a participação de representantes de grupos do Terço da Arquidiocese.

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