Celebração do Domingo Laetare e Ação de Graças pelos 13 anos da posse de Dom Gil são realizadas na Catedral

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“Irmãos, o Domingo da Alegria é um convite para encontrarmos o abraço feliz do pai, para encontrarmos a festa que ele prepara para aquele que deixa de pecar para viver na graça”, destacou o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, durante celebração no Quarto Domingo do Tempo Comum, 27 de março, na Catedral de Juiz de Fora.

Uma das parábolas mais conhecidas da Bíblia é proposta para reflexão. “A parábola do filho pródigo apresenta o filho que estava morto pelo pecado, mas ressuscitou pelo arrependimento, pela decisão de voltar atrás e encontrar o pai. A alegria do pai que abraça e faz festa para o filho; essa também é a alegria da ressureição. Nós também somos pecadores, mortos pelo pecado. Jesus dá sua vida por nós, no alto do calvário, e nos ressuscita, se estamos dispostos e nós abrimos para sua palavra e ação salvadora”, explicou o Arcebispo.

Ele afirma imaginar a cena do reencontro do pai com o filho chorando de alegria, diz que esta é uma das principais lições deste evangelho. Dom Gil também faz questão de recordar a confissão. “Jesus deixa para nós o sacramento da confissão para que não sejamos destruídos pelo pecado”. Ele pede que todos aproveitem este tempo para buscarem a reconciliação.

O Arcebispo também explicou que o 4º domingo da quaresma é conhecido como Domingo Laetare, ou Domingo da Alegria. Especialmente neste dia, a cor litúrgica passa do roxo para o rosa, destacando que o dia é diferente dos demais. “Em meio as penitências da quaresma, já vamos vislumbrando as luzes da Páscoa, da ressureição. A quaresma continua, nós continuamos com nossas práticas de penitência, oração e esmola, continuamos vivendo a Campanha da Fraternidade, mas nosso coração já pulsa de alegria, porque chega a páscoa da ressureição”, esclareceu o pastor.

A celebração também ocorreu com a intenção de ação de graças pelo 13º ano de Posse de Dom Gil a frente da Arquidiocese de Juiz de Fora. Ao final da celebração, ele foi homenageado e, em seguida, agradeceu a todos: pelas felicitações e orações; ao clero e ao povo organizado pela colaboração. Ele também recordou que faltam apenas três anos para a dita “aposentadoria”. “Pela contagem da Igreja com 75 anos a gente tem que aposentar. Quero dedicar ao máximo à Igreja de Juiz de Fora, toda a minha disposição e alegria de servir a Deus, ao povo e a Igreja. Rezem sempre por mim!”, falou ele.

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