vacina

“Com espírito fraterno, uno-me a esta mensagem de esperança por um futuro mais luminoso. Graças a Deus e ao trabalho de muitos, hoje temos vacinas para nos proteger da Covid-19. Elas dão a esperança de acabar com a pandemia, mas somente se elas estiverem disponíveis para todos e se colaborarmos uns com os outros.”
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É um pedido que veio espontaneamente de muitos que vivem nas ruas, impressionados pela generosidade do Papa de ajudar os mais vulneráveis e também os mais expostos ao contágio do coronavírus. O Cardeal Konrad Krajewski, o esmoleiro do Papa, conta como há duas semanas no ambulatório “Mãe da Misericórdia”, localizado sob a Colunata de São Pedro, tem sido recolhidas adesões daqueles que gostariam de ser vacinados. Neste sábado (8), então, na Sala Paulo VI, são esperadas 300 pessoas. Trata-se de um grupo que normalmente não é assistido por organizações que trabalham no território, como foi o caso para das cerca de 1400 pessoas pobres vacinadas no Vaticano nas últimas semanas.
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