Os diáconos permanentes da Arquidiocese de Juiz de Fora se reuniram, no anfiteatro do Seminário Santo Antônio, no último sábado, dia 2 de abril. O objetivo principal do encontro, em consonância com o II Sínodo Arquidiocesano, foi de avaliar os trabalhos diaconais realizados nas paróquias e trocar experiências relacionadas ao campo pastoral.

Segundo o Presidente da Comissão Arquidiocesana de Diáconos (CAD), Diácono João Roberto da Silva, a ideia foi de promover a interação entre os diáconos que não se reuniam presencialmente há mais de dois anos. “ O propósito é mostrar para cada um viveu neste período de pandemia e transmitir as experiências que tiveram, para juntos somarmos para um Igreja mais unida, mais cristã, onde o diácono é um servidor, tal como o exemplo de Cristo”, explicou ele. Além disso, ele recordou que encontros periódicos são uma orientação dada no Estatuto Jurídico dos Diáconos.
Para o diácono Manoel Espedito da Cunha, que atua como Relações Públicas da CAD, o momento gerou mais do que uma grande satisfação. “ Estou muito emocionado. É como se estivéssemos naquela Igreja primitiva onde os apóstolos se reuniam partiam o pão e oravam; conheciam o coração e a alma de cada um. Como servidor estamos aqui prontos para obedecer, mas também cheios do Espírito Santo, cheios de amor para dar. É uma reunião de muita emoção porque depois de tanto tempo nós voltamos a nos encontrar e sabemos que todos estão bem, graças a Deus”, contou ele.

Também esteve presente o Vigário Geral da Arquidiocese, Monsenhor Luiz Carlos para acompanhar e orientar as pautas. Ele considerou positivo o encontro. “O momento é bonito, é importante. Nós teremos aqui uma avaliação da caminhada, algumas orientações para o trabalho deles”.
Além disso, ele explicou que diaconato permanente é um trabalho muito importante na nossa igreja. “É o sinal sacramental do Cristo servo, é a igreja servidora é a igreja que vive a misericórdia que vive a caridade que vive o compromisso a defesa da vida”.
Na Arquidiocese de Juiz de Fora atuam 48 diáconos permanentes. Em grande parte das paróquias. Segundo o Vigário Geral um trabalho muito bom é feito por eles, ajudando as comunidades e sacerdotes, atendendo e fortalecendo a Igreja.