Padres e leigos participam da assembleia anual do Instituto Padre João Emílio

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Na última terça-feira, às 19h30, o arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, conduziu a assembleia anual da Associação de Assistência Social Padre João Emílio. Estiveram presentes padres e leigos que fazem parte da associação.

Logo no início da reunião, Dom Gil destacou que o Instituto tem muitos motivos para celebrar, uma vez que o número de crianças e famílias atendidas vem aumentando. “Queremos que o Instituto Padre João Emílio seja uma referência de caridade em Juiz de Fora”, ressaltou.

A colaboradora Helaine apresentou registros das atividades mais recentes, como a visita à transitolândia, assistência alimentar com nutricionistas, revitalização da horta, reforma do pátio, pintura da fachada, apresentações de dança no Cine-Theatro Central, batizado de capoeira, coroação, Natal Solidário, entre outras iniciativas que vêm acontecendo com o apoio da sociade, empresas e também das famílias das crianças atendidas no Instituto.

O padre João Francisco falou sobre o projeto Acorde, uma escola de música inaugurada recentemente. Com este novo projeto, as crianças podem dar continuidade ao trabalho já realizado no Projeto Esperança. Desta forma, eles continuam sendo assistidos pelo Instituto até os 17 anos, podendo, inclusive, sair com uma formação em música. A ideia é que, com o projeto Acorde, seja criada futuramente uma orquestra sinfônica e mais um coral para a Arquidiocese.

Outro ponto destacado na assembleia foi a criação da Capelania Santa Maria Eufrásia, cujo capelão nomeado por Dom Gil foi o padre José Domício Ferreira da Silva. Além destes temas, também foram tratados assuntos administrativos, com prestação de contas dos últimos meses. Esta parte foi apresentada pelo diretor-tesoureiro do Instituto, padre Liomar Rezende de Moraes.

Para Dom Gil, todo o empenho dos colaboradores, a criação de novos projetos e o fechamento de novas parcerias resultam diretamente na melhoria da qualidade do atendimento prestado pelo Instituto. “Há dois anos atrás, atendíamos cerca de 100 crianças. Hoje, este número já subiu para 149”, concluiu.

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