Leigos receberão ministério de catequista na Assembleia Geral da CNBB

Foto: Ilustrativa FatCamera by Getty Images
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A 61ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) ocorrerá entre os dias 10 e 19 de abril no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP). No sábado, 13, o encontro contará com catequistas de 19 regionais da Conferência e que receberão a designação desse ofício durante o rito de instituição do ministério.

Instituído pelo Papa Francisco com o motu proprio Antiquum Ministerium, do dia 10 de maio do ano de 2021, o ministério de catequista “é um serviço estável prestado à Igreja local de acordo com as exigências pastorais identificadas” pelo bispo e que devem ser desempenhadas de acordo com a condição de cristãos leigos que recebem este ministério.

O Santo Padre afirmou que o ministério instituído de catequista seja conferido a “homens e mulheres de fé profunda e maturidade humana, que tenham uma participação ativa na vida da comunidade cristã, sejam capazes de acolhimento, generosidade e vida de comunhão fraterna”.

O Pontífice também orientou que esses fiéis recebam a devida formação bíblica, teológica, pastoral e pedagógica “para ser solícitos comunicadores da verdade da fé, e tenham já maturado uma prévia experiência de catequese”. Outro requisito é que “sejam colaboradores fiéis dos presbíteros e diáconos, disponíveis para exercer o ministério onde for necessário e animados por verdadeiro entusiasmo apostólico”.

O trabalho da Conferência Episcopal

O Santo Padre confiou às Conferências Episcopais a indicação dos critérios e o itinerário formativo para que seja concedido o ministério. Assim, a Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB preparou um documento que atende a esse pedido do Papa, em vista da aplicação na Igreja no Brasil. O texto foi aprovado durante a 59ª Assembleia Geral da CNBB, em 2022.

Outra tarefa da CNBB no processo de implementação do ministério de catequista foi a tradução do “Rito da Instituição de Catequistas”, produzido pelo Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. Dessa forma, o ritual está disponível para que os bispos e as Comissões Diocesanas de Liturgia utilizem, como expressão do reconhecimento da Igreja a tantos leigos que, há tempos, dedicam suas vidas à transmissão da fé e ao anúncio do Evangelho.

Fonte: Site da Canção Nova

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