Diocese de Propriá (SE) comunica o falecimento de dom Mario Rino, seu bispo emérito

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Em nota, a Diocese de Propriá (SE) comunicou o falecimento, na tarde deste 3 de junho, no hospital São Lucas, em Aracaju (SE), de dom Mario Rino Sivieri, emérito de Propriá, missionário italiano radicado no Brasil há 52 anos. O corpo está sendo velado na Catedral de Propriá, sem presença do povo em virtude da pandemia da Covid-19.

A celebração da Santa Missa, transmitida pelas redes sociais da catedral diocesana, foi realizada no início da manhã desta quinta-feira (4), seguida do sepultamento no mesmo local.

História e biografia

Dom Mario Rino Sivieri nasceu no dia 15 de abril de 1942, em Castelmassa (Itália). Era filho de Osvaldo Sivieri e Natalina Mazzetto. Foi ordenado presbítero no dia 3 de julho de 1966 pelo Papa Paulo VI.

Chegou em missão a Lagarto, diocese de Estância, em 15 de maio de 1968, onde atuou durante 29 anos. Nesse período esteve à frente da Campanha Nacional de Escolas Comunitárias (CNEC) e ajudou na fundação da Fazenda Esperança, organização que atua em 24 países com 146 comunidades que atendem 3.500 jovens em processo de libertação da dependência química. Nos últimos quatro anos, após ser nomeado emérito, dom Mário passou a morar na Fazenda da Esperança.

A nota da diocese de Propriá informa que no dia 18 de março de 1997, ele foi nomeado o 3º bispo diocesano de Propriá e ordenado no dia 25 de maio. Sua posse se deu na Catedral de Propriá, em 15 de junho seguinte. Assumiu como lema episcopal Ominium Servus (Servo de todos). No documento, a diocese enalteceu sua missão junto à juventude envolvida com drogas. “Ele sempre foi solidário às lutas camponesas, quilombolas e indígenas”, diz o documento.

No dia 12 de dezembro de 2016, Dom Mario foi homenageado pela Assembleia Legislativa de Aracaju e recebeu a Medalha de Direitos Humanos “Dom José Vicente Távora” em reconhecimento pela sua dedicação a serviço da vida dos mais pobres, principalmente da juventude. Ele, diz a nota, humildemente, sempre reconheceu que as homenagens recebidas tinham sempre caráter coletivo, porque sempre esteve acompanhado de outras pessoas nas atividades.

*Fonte: Site da CNBB

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