Diáconos Permanentes participam de retiro espiritual anual

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Na manhã do último domingo (2), o arcebispo metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, presidiu a missa de encerramento do retiro anual dos diáconos permanentes da Arquidiocese de Juiz de Fora. O encontro, realizado desde sexta-feira (30) no Ceflã, teve as reflexões conduzidas pelo diretor espiritual dos diáconos, Padre José Cisneiro Seabra Ramos.

Em entrevista à WebTV “A Voz Católica”, Dom Gil ressaltou a importância do retiro espiritual para o ministro ordenado. “Ele tem que ser um testemunho do seu ser. É uma pessoa consagrada a Deus que a Igreja confiou uma ordenação. Ele não pode exercer o seu ministério se não tiver uma espiritualidade forte, bem sólida, e o retiro espiritual é indispensável nessa caminhada dessa solidez da sua vida espiritual. Deus abençoe os nossos diáconos e a nossa diocese possa crescer cada vez mais no que diz respeito ao serviço aos irmãos, sobretudo aos mais pobres e necessitados”.

Segundo Padre Cisneiro, os temas do encontro foram a relação discípulo-mestre e o permanecer com Jesus. “Na verdade, é um subir o Tabor para o louvor e descer o Tabor para o labor, para o trabalho. A gente sobe para rezar e desce para trabalhar”, afirmou.

O presidente da Comissão Arquidiocesana de Diáconos (CAD), Diácono Ruy Figueiredo Neves, o retiro é uma oportunidade de se retirar da vida tumultuada e corrida. “Nós viemos aqui para nos abastecer, fazer uma revisão de vida, uma retomada da nossa caminhada na Igreja e na nossa amada Arquidiocese de Juiz de Fora, de maneira que nosso trabalho de diaconia seja mais eficaz, mais banhado pela graça de Deus. Hoje, estamos saindo daqui melhores do que quando entramos, porque entramos num processo mais avançado de busca da nossa santidade”.

Atualmente, a Arquidiocese de Juiz de Fora possui 25 diáconos permanentes. Além deles, estão em processo de formação, na Escola Diaconal Santo Estevão, cerca de 30 postulantes ao Diaconato.

Confira a cobertura da WebTV “A Voz Católica”:

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