Igreja no Mundo

“Renovo o apelo para que cessem de instrumentalizar as religiões para incitar ao ódio, à violência, ao extremismo e ao fanatismo cego e deixem de usar o nome de Deus para justificar atos de homicídio, de exílio, de terrorismo e de opressão”. Foi o que o Papa Francisco escreveu em um tuíte nesta terça-feira, ecoando algumas palavras do Documento sobre a fraternidade humana, por ocasião do Dia internacional em memória das vítimas de atos de violência baseados na religião ou crença, que se celebra neste dia 22 de agosto.
Estou escrevendo uma segunda parte da Laudato si’ para atualizar as questões: foi o que disse o Papa Francisco ao receber em audiência na manhã deste segunda-feira, 21 de agosto, no Vaticano, uma delegação de advogados de países membros do Conselho da Europa signatários do Apelo de Viena, que pede aos Estados membros do Conselho que se comprometam com o Estado de direito e a independência da justiça.
O Papa Francisco rezou o Angelus deste domingo na Praça São Pedro, repleta de fiéis e peregrinos de todas as partes do mundo, apesar do forte calor europeu. Comentou o episódio evangélico da mulher cananeia.
“O Santo Padre pede aos cristãos e a todos os homens e mulheres de boa vontade que não permaneçam surdos diante do grito que se eleva a Deus a partir deste nosso mundo. Os discursos não são suficientes, o que é necessário são “gestos concretos” e “escolhas compartilhadas” que construam uma cultura de paz”: é o que se lê na mensagem do Santo Padre assinada pelo cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin e enviada a dom Nicolò Anselmi, bispo de Rimini, por ocasião da 44ª edição do “Encontro para a amizade entre os povos”.
Neste mês de agosto, celebram-se os 150 anos do início das peregrinações ao Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, na França.
O tuíte do Papa Francisco desta quinta-feira (17) fala da felicidade de quem “corre ao encontro dos outros para servi-los em nome de Jesus”, sem ficar de braços cruzados, mas ajudando através de obras. Mais ou menos como acontece com o Pe. Renato Chiera que há 2 anos procurou estender o seu trabalho com crianças, adolescentes e jovens do Brasil até a Guiné-Bissau, através de cursos profissionalizantes e do Evangelho do amor de Deus e da pedagogia da presença.
O Papa Francisco confia a Nossa Senhora a súplica pela paz na Ucrânia e nas regiões que sofrem com a guerra. O apelo foi feito ao final da oração mariana do Angelus nesta terça-feira.

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