Igreja no Mundo
O Papa Francisco presidiu, nesta quarta-feira (14), na Basílica de Santa Sabina, no bairro Aventino, em Roma, a Santa Missa com o rito da bênção e imposição das cinzas. Como é tradição, a cerimônia teve início com a procissão penitencial que partiu da Igreja de Santo Anselmo, com a participação de cardeais, bispos, monges beneditinos, padres dominicanos e fiéis. Ao final da procissão, o Pap,a que aguardava na Basílica de Santa Sabina, deu início a Celebração Eucarística.
“Através do deserto, Deus guia-nos para a liberdade” é o título da Mensagem do Papa Francisco. E neste caminho para a liberdade “o primeiro passo” deve ser “querer ver a realidade”, afirma o Santo Padre, recordando “o grito de tantos irmãos e irmãs oprimidos”. “Na minha viagem a Lampedusa, à globalização da indiferença contrapus duas perguntas, que se tornam cada vez mais atuais: «Onde estás?» (Gn 3, 9) e «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9)”, lembra o Papa.
Nesta Quarta-feira de Cinzas (14), o Papa realizou a Audiência Geral na Sala Paulo VI, dando continuidade ao ciclo sobre vícios e virtudes. O tema foi a acídia, mais conhecida como “preguiça”, que, explicou Francisco, é mais um efeito do que uma causa. A pessoa fica ociosa, indolente, apática. Com efeito, na raiz grega do termo acídia está a “falta de cuidado”.
“Entendida como um abatimento da alma, uma aflição constante que impede o homem de sentir alegria em sua própria existência.” Com estas palavras, o Papa Francisco introduziu o tema de sua reflexão dedicada à tristeza nesta quarta-feira, 7 de fevereiro. Esta é a sétima catequese do itinerário sobre os vícios e as virtudes.
O Papa Francisco convida a rezar pelos doentes terminais e seus familiares na intenção de oração para o mês de fevereiro, divulgada na semana passada.
Abandonar a imagem do Deus que pensamos conhecer e converter-nos a cada dia ao Deus que Jesus nos mostra no Evangelho, Pai de amor e compaixão. Esta foi o convite do Papa em sua alocução antes de rezar o Angelus neste 4 de fevereiro, V Domingo do Tempo Comum, em que a liturgia nos propõe o Evangelho de Marcos 1, 29-39.
Guerra no Oriente Médio, inteligência artificial, próximas viagens. Esses foram alguns dos temas abordados pelo Papa Francisco ao ser entrevistado pelo vaticanista Domenico Agasso. A conversa entre os dois foi publicada no jornal italiano La Stampa, na manhã desta segunda-feira (29).
O Papa Francisco abriu oficialmente o Ano de Oração no último domingo (21), durante o Angelus, com a alegria de pensar que o ano anterior ao evento do Jubileu, 2024, seria dedicado a uma grande sinfonia de oração, “para recuperar o desejo de estar na presença do Senhor, de ouvi-lo e de adorá-lo”.
Para os milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro, o Papa comentou o Evangelho deste IV Domingo do Tempo Comum, que narra Jesus enquanto liberta uma pessoa possuída por um “espírito mau”.