Igreja no Mundo
A violência na Mesquita Al Aqsa e em Sheikh Jarrah “viola a santidade do povo de Jerusalém e de Jerusalém como Cidade da Paz. As ações que prejudicam a segurança dos fiéis e a dignidade dos palestinos sujeitos a despejo são inaceitáveis”.
“Fidelidade ao passado e responsabilidade pelo presente” são “as condições indispensáveis para que a Igreja possa desempenhar a sua missão no mundo”: assim escreve o Papa Francisco no Motu proprio “Antiquum ministerium” – assinado ontem, 10 de maio, memória litúrgica de São João de Ávila, presbítero e doutor da Igreja – com o qual institui o ministério de catequista. No contexto da evangelização no mundo contemporâneo e diante da “imposição de uma cultura globalizada”, de fato, “é necessário reconhecer a presença de leigos e leigas que, em virtude de seu Batismo, se sentem chamados a colaborar no serviço da catequese”.
Para este início de semana, o Papa Francisco divulgou uma mensagem em vídeo sobre a prática dos exercícios espirituais de Santo Inácio de Loyola por ocasião da publicação do livro de Pe. Ángel Fiorito, jesuíta argentino que faleceu em 2005 e formou muitos discípulos, entre os quais, o próprio Pontífice. Para a obra em italiano do seu pai espiritual, intitulada “Cercare e trovare la volontà di Dio. Guida pratica agli esercizi spirituali di sant’Ignazio di Loyola”, Francisco escreveu o prefácio e, nesta segunda-feira (10), comentou o livro através de uma mensagem em vídeo.
Pino Scafuro foi nomeado pelo Dicastério Leigos, Família e Vida como moderador do CHARIS, Serviço Internacional da Renovação Carismática Católica. Pino participou ativamente da constituição do CHARIS a pedido do Papa Francisco e já faz parte desse Serviço Internacional.
“Amar como Cristo significa dizer não a outros “amores” que o mundo nos propõe: amor pelo dinheiro – quem ama o dinheiro não ama como ama Jesus – amor pelo sucesso, pela vaidade, pelo poder”: foi o que disse o Papa Francisco da janela do Palácio Apostólico do Vaticano antes de recitar neste domingo, Dia das Mães, a oração do Regina Coeli com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro.
O Papa Francisco vai presidir novamente a Audiência Geral das quartas-feiras com a presença dos fiéis. Já na próxima semana, em 12 de maio, e seguindo as medidas sanitárias das autoridades, o Pátio São Dâmaso do Palácio Apostólico, dentro do Vaticano, vai receber os peregrinos que vão poder seguir presencialmente a catequese do Pontífice. A participação é aberta a todos, sem necessidade de bilhetes de entrada.
É um pedido que veio espontaneamente de muitos que vivem nas ruas, impressionados pela generosidade do Papa de ajudar os mais vulneráveis e também os mais expostos ao contágio do coronavírus. O Cardeal Konrad Krajewski, o esmoleiro do Papa, conta como há duas semanas no ambulatório “Mãe da Misericórdia”, localizado sob a Colunata de São Pedro, tem sido recolhidas adesões daqueles que gostariam de ser vacinados. Neste sábado (8), então, na Sala Paulo VI, são esperadas 300 pessoas. Trata-se de um grupo que normalmente não é assistido por organizações que trabalham no território, como foi o caso para das cerca de 1400 pessoas pobres vacinadas no Vaticano nas últimas semanas.
“Rumo a um nós cada vez maior”: este é o título da Mensagem do Papa para o 107º Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que será celebrado em 26 de setembro de 2021. O Pontífice se inspira na sua encíclica Fratelli tutti, quando expressa a preocupação de que, passada a crise sanitária, a pior reação seria cair ainda mais num consumismo febril e em novas formas de autoproteção egoísta.
O Papa tinha este tema em seu coração já há alguns anos, falou sobre isso na vídeo-mensagem aos participantes de uma conferência internacional sobre o tema, em 2018, quando declarou categoricamente que “o catequista é uma vocação”. “Ser catequista, esta é a vocação, não trabalhar como catequista”.