Igreja no Mundo

O Papa Francisco visitará a República Democrática do Congo de 31 de janeiro a 3 de fevereiro de 2023. Nessa mesma viagem, fará uma peregrinação ecumênica de paz ao Sudão do Sul de 3 a 5 de fevereiro. As datas foram anunciadas nesta quinta-feira, 1º, pela Santa Sé.
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“Tende a coragem de dar voz àqueles que são discriminados por causa de sua condição de deficiência.” Por ocasião do Sínodo sobre a sinodalidade, o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida e a Secretaria Geral do Sínodo quiseram responder a este convite, dirigido aos católicos pelo Papa Francisco na Encíclica Fratelli tutti, envolvendo algumas dezenas de pessoas com deficiência provenientes dos cinco continentes, numa sessão especial de escuta.
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Na carta que o Papa enviou ao povo da Ucrânia há o afeto do pai que chora junto com seus filhos e há a dor do pastor que vê um povo atormentado pela “destruição e dor, fome, sede e frio”. Exatamente nove meses após o desencadeamento da ” absurda loucura da guerra”, após mais de uma centena de apelos públicos pelo país “martirizado”, Francisco assina uma missiva dirigida diretamente a todos os ucranianos. Todos: as mulheres, as vítimas de violência ou viúvas de guerra; jovens que foram para a guerra; idosos que ficaram sozinhos; os refugiados e os deslocados; os voluntários e os sacerdotes, as autoridades do país.
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A fundação Pontifícia ACN – Ajuda à Igreja que Sofre – lança nesta terça-feira, 22 de novembro, a edição atualizada do “Relatório Perseguidos mas não Esquecidos: 2020-22”, um levantamento sobre os cristãos oprimidos por sua fé nos últimos dois anos.
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Na manhã desta quinta-feira (24), o Papa recebeu um grupo de 30 pessoas da Comissão Teológica Internacional (CTI), uma instituição cinquentenária que é fruto do Concílio Vaticano II. Estabelecida por Paulo VI em 1969, João Paulo II a descreveu em 1994 como um trabalho pós-Concílio de “estreita colaboração entre pastores e teólogos.
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