O Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI, em Montes Claros (MG), recebeu do Dicastério para as Causas dos Santos da Santa Sé o nihil obstat autorizando o início do processo de beatificação de sua fundadora, madre Maria Angélica da Eucaristia. A partir de agora, a carmelita passa a ser chamada serva de Deus.
Em publicação em suas redes sociais, o Carmelo disse ter recebido “com grande alegria” o início do processo de beatificação de madre Maria Angélica. “Um sinal do amor de Deus que floresce no Carmelo e em toda a Igreja”, acrescentou.
“Unamo-nos em oração por este caminho e peçamos sua intercessão, confiantes nas graças que o Senhor derrama sobre nós”, concluiu.
O Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI, em Montes Claros (MG), recebeu do Dicastério para as Causas dos Santos da Santa Sé o nihil obstat autorizando o início do processo de beatificação de sua fundadora, madre Maria Angélica da Eucaristia. A partir de agora, a carmelita passa a ser chamada serva de Deus.
Em publicação em suas redes sociais, o Carmelo disse ter recebido “com grande alegria” o início do processo de beatificação de madre Maria Angélica. “Um sinal do amor de Deus que floresce no Carmelo e em toda a Igreja”, acrescentou.
“Unamo-nos em oração por este caminho e peçamos sua intercessão, confiantes nas graças que o Senhor derrama sobre nós”, concluiu.
Madre Maria Angélica da Eucaristia
A madre Maria Angélica da Eucaristia, OCD, nasceu em Grão Mogol (MG), em 23 de dezembro de 1931. Seu nome de batismo era Sophia Maria Esteves de Mello. Desde criança, diz biografia publicada no site da Postulação Geral das Causas dos Santos dos Carmelitas Descalços, “demonstrava sensibilidade à dimensão espiritual, marcada por um espírito de oração, serviço e caridade”.
Ema ingressou no Carmelo Nossa Senhora Aparecida, em Belo Horizonte (MG), em 1950. Fez a profissão solene em 1955.
Em 1977, foi enviada para fundar o Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI, em Montes Claros. Ali, “viveu e consolidou uma vida marcada pelo recolhimento, formação de novas vocações e pelo apoio espiritual a sacerdotes, religiosos e fiéis”.
Madre Maria Angélica se destacou “como uma mulher de profunda espiritualidade, amor incondicional à Igreja e entrega total à vida consagrada”, diz a biografia.
Ela morreu em 2 de junho de 2018, em um acidente de carro na BR-135, em Montes Claros.
Fonte: ACI Digital