Coleta para a Campanha da Evangelização 2025 reforça missão da Igreja em anunciar a esperança

Foto: Divulgação

No dia 23 de novembro, com a celebração da Solenidade de Cristo Rei do Universo, a Igreja no Brasil deu início à Campanha para a Evangelização 2025. O ponto alto da iniciativa será no terceiro domingo do Advento, quando todas as comunidades católicas do país realizarão a Coleta Nacional para a Evangelização. A arrecadação será destinada às inúmeras frentes missionárias sustentadas pela Igreja, tanto nas (arqui)dioceses quanto nos regionais da CNBB e, em parte, na sede nacional, em Brasília.

Este ano, a campanha traz como tema o convite de Jesus a Zaqueu: “Hoje, é preciso que eu fique na tua casa” (Lc 19,1). A frase busca recordar aos fiéis que o Natal é, antes de tudo, a festa da presença de Deus entre nós — um Deus que entra na nossa história, partilha da nossa mesa e deseja permanecer conosco.

Um convite a receber Jesus no coração e no lar

Durante o Advento, a Igreja incentiva os fiéis a se preparar espiritualmente para o Natal por meio da Novena de Natal, da montagem do presépio e de pequenos gestos que expressem acolhida ao Menino Deus. O tema da campanha reforça esse movimento: assim como Zaqueu, cada família é convidada a abrir as portas de sua casa para Cristo e transmitir a fé às novas gerações.

“Precisamos ensinar isso aos filhos, netos e afilhados”, recorda a mensagem oficial da Campanha. Em um mundo que frequentemente esfria a experiência religiosa, o período prepara o coração dos cristãos para receber Jesus com simplicidade, gratidão e alegria.

A Campanha lembra também que, ao final de cada missa, quando o sacerdote envia a assembleia com as palavras “Ide em paz”, inicia-se a missão de cada cristão. Levar Jesus ao ambiente familiar, ao trabalho, ao bairro e à comunidade é parte essencial do compromisso batismal. Da mesma forma, rezar pela missão da Igreja e pelos cristãos perseguidos também é uma participação efetiva na campanha.

A importância da coleta

A cada ano, a Coleta para a Evangelização permite que a missão da Igreja chegue a regiões distantes, comunidades vulneráveis e projetos emergenciais que dependem diretamente da solidariedade dos fiéis. Muitas vezes, graças a essa contribuição, missionários podem visitar localidades isoladas, celebrar a missa, oferecer sacramentos e sustentar iniciativas formativas essenciais.

A destinação dos recursos é dividida da seguinte forma:

  • 45% permanecem na própria (arqui)diocese, subsidiando ações pastorais e missionárias locais;
  • 20% vão para o regional da CNBB, fortalecendo estruturas de evangelização;
  • 35% são encaminhados à sede nacional da CNBB, onde sustentam projetos de alcance nacional e Comissões Episcopais responsáveis por orientar a ação pastoral da Igreja em todo o Brasil.

Mais do que uma coleta, a iniciativa quer tocar a consciência dos fiéis, ajudando-os a assumir concretamente o seguimento de Jesus e as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.

*Com informações da CNBB e da Arquidiocese do Rio de Janeiro

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