Igreja no Mundo
Jesus não quer ser um protagonista da história, mas do seu hoje, do meu hoje; não um profeta distante, Jesus quer ser o Deus próximo! Foi o que disse o Papa no Angelus ao meio-dia deste Domingo, XXI do Tempo Comum, em que refletiu sobre o Evangelho do dia.
A Sala de Imprensa da Santa Sé emitiu, na manhã desta sexta-feira, 25, um comunicado sobre uma audiência do Papa Francisco com a presidente da Hungria, Katalin Novák. Após esta reunião, a governante húngara ainda se encontrou com o secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, e o sub-secretário para as Relações com os Estados, Dom Mirosław Wachowski.
Adorar, servir e reparar: foi para isso que nasceram as Irmãs Discípulas de Jesus Eucarístico, congregação fundada em 4 de outubro de 1923 pelo bispo de Tricarico, na então Lucânia e atual Basilicata, sul da Itália, dom Raffaello Delle Nocche, e por duas jovens, Linda Machina e Silvia Di Somma, em uma realidade “provada por séculos de miséria” e “marcada pelas cicatrizes da Primeira Guerra Mundial” e pela pandemia da “gripe espanhola”.
O governo da Nicarágua declarou nesta quarta-feira, 23 de agosto que a ordem religiosa dos jesuítas é ilegal e ordenou o confisco de todas as suas propriedades. Comunicado da Província Centro-Americana da Companhia de Jesus.
Após a Audiência Geral da última quarta-feira (23), o Santo Padre, Papa Francisco, recebeu o “Pai Nosso” em uma língua da Amazônia.
Na audiência geral desta quarta-feira, 23 de agosto, numa Sala Paulo VI repleta de fiéis e peregrinos, o Papa retomou o percurso catequético sobre a paixão por evangelizar. Neste percurso para redescobrir a paixão pelo anúncio do Evangelho, na catequese que teve como título O anúncio na língua materna: são Juan Diego, mensageiro da Virgem de Guadalupe, Francisco lançou seu olhar para as Américas.
Na Audiência Geral desta quarta-feira (23), não faltou o pedido de oração do Papa Francisco pela Ucrânia. Ao saudar os fiéis de língua italiana, já se encaminhando para o final do tradicional encontro semanal, o Pontífice confiou à intercessão de São Bartolomeu – cuja festa é celebrada nesta quinta-feira, 24 – “a querida Ucrânia, tão duramente provada pela guerra”.
“Renovo o apelo para que cessem de instrumentalizar as religiões para incitar ao ódio, à violência, ao extremismo e ao fanatismo cego e deixem de usar o nome de Deus para justificar atos de homicídio, de exílio, de terrorismo e de opressão”. Foi o que o Papa Francisco escreveu em um tuíte nesta terça-feira, ecoando algumas palavras do Documento sobre a fraternidade humana, por ocasião do Dia internacional em memória das vítimas de atos de violência baseados na religião ou crença, que se celebra neste dia 22 de agosto.
Estou escrevendo uma segunda parte da Laudato si’ para atualizar as questões: foi o que disse o Papa Francisco ao receber em audiência na manhã deste segunda-feira, 21 de agosto, no Vaticano, uma delegação de advogados de países membros do Conselho da Europa signatários do Apelo de Viena, que pede aos Estados membros do Conselho que se comprometam com o Estado de direito e a independência da justiça.