Igreja no Mundo
“Perdoai-nos as nossas ofensas; dai-nos a Vossa Paz”. Este é o tema escolhido pelo Papa Francisco para o próximo Dia Mundial da Paz, que será celebrado em 1º de janeiro de 2025. A divulgação se deu por uma nota do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral publicada nesta quinta-feira (8).
“Nestes tempos marcados por novas guerras, conflitos desordens sociais”, o Papa Francisco volta a reiterar, numa mensagem, seu incansável apelo a todos os cristãos “para que rezem pela justiça, pela paz e pela reconciliação em nossa família humana”.
O Papa Francisco rezou ao meio-dia deste domingo a oração do Angelus, diante dos fiéis e peregrinos reunidos neste domingo na Praça São Pedro. “Se cada um der aos outros o que tem, com a ajuda de Deus, mesmo com pouco, todos podem ter algo”, afirmou.
A Igreja Católica na América Latina e no Caribe anunciou no último dia 31 de julho a criação da Reclac: Rede Eclesial Comunicadores da América latina e Caribe, uma organização que buscará integrar um trabalho articulado entre o Celam, as Conferências Episcopais e outros organismos eclesiais do continente no campo das comunicações.
Pelos líderes políticos é a intenção de oração do Papa Francisco para o mês de agosto. Na mensagem de vídeo divulgada na última terça-feira (30), o Santo Padre diz que “atualmente a política não tem boa fama: corrupção, escândalos, está distante do dia a dia das pessoas”. “Mas, podemos avançar em direção à fraternidade universal sem uma boa política? Não”, responde o Papa.
Nesta quinta-feira (1º), o Dicastério para a Evangelização, departamento do Vaticano para as questões fundamentais de evangelização no mundo, divulgou um comunicado referente à abertura das Portas Santas durante o Jubileu de 2025.
A iniciativa é uma resposta ao chamado do Papa Francisco para um Ano de Oração que levará ao Jubileu de 2025. A série, composta por oito volumes no total, oferece uma exploração aprofundada da oração em várias formas.
A organização das Olimpíadas de Paris 2024 pediu desculpas por uma das cenas apresentadas durante a cerimônia de abertura do evento, realizada na sexta-feira (26). O momento, associado a uma “paródia” do quadro “A Última Ceia”, de Leonardo Da Vinci, gerou revolta em diversos grupos cristãos e os levou a se manifestarem.
“Oferecer, dar graças e partilhar”, três gestos realizados pelos protagonistas da multiplicação dos pães e dos peixes – narrada no Evangelho de João (cf. Jo 6, 1-15), e que Jesus voltará a repetir na Última Ceia.