Monalisa Lima
Um grupo de seis padres da Arquidiocese de Juiz de Fora havia marcado, há um ano, uma peregrinação ao Vaticano por ocasião do Ano Jubilar. Pela providência divina, acabaram se tornando testemunhas de um momento intenso da fé católica: a despedida do Papa Francisco.
Nos últimos dias temos repercutido a notícia do falecimento do Papa Francisco. O pontífice argentino passou por episódios de dificuldades respiratórias no começo do ano. Ele ficou internado por quase 40 dias no Hospital Gemelli e recebeu alta no dia 23 de março. Sua última aparição pública foi feita neste Domingo da Páscoa da Ressurreição (20), ao conceder a bênção Urbi et Orbi.
A partida do Santo Padre, na manhã do dia 21 de abril, abalou com toda a Igreja. Desde então começaram a surgir ao redor do mundo manifestações de admiração e reconhecimento pelo “papa da misericórdia”. Nos últimos dias, dois estudiosos da Arquidiocese de Juiz de Fora publicaram artigos em homenagem ao Papa Francisco.
O corpo do Papa Francisco foi trasladado da Casa Santa Marta, onde ele faleceu nesta segunda-feira, 21, para a Basílica de São Pedro. Vinte mil pessoas saudaram a passagem do corpo do Pontífice no traslado realizado nesta quarta-feira, 23.
Após o falecimento de um Papa, a Igreja fica em estado de Sede Vacante e prepara a reunião do Conclave, na qual é eleito o novo Bispo de Roma. As normas sobre o encontro estão na Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis. Sete cardeais brasileiros participarão como cardeais eleitores, ou seja, que votam na eleição do novo Papa.
A Arquidiocese de Juiz de Fora, juntamente com os cristãos de todo o mundo, expressa profundo pesar pelo falecimento de Sua Santidade, o Papa Francisco, que conduziu a Igreja com sabedoria e amor ao longo dos últimos 12 anos de pontificado.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) une-se em orações e preces ao povo de Deus em todo o mundo pelo falecimento de Sua Santidade, o Papa Francisco, peregrino da esperança, pastor humilde e corajoso, testemunha incansável da misericórdia de Deus, que conduziu a Igreja com sabedoria evangélica, compaixão e espírito missionário.
A Igreja Católica celebra nesta terça-feira, 23 de abril, a memória de São Jorge, um dos santos mais populares da cristandade. Conhecido como “o grande mártir”, ele é venerado em diversas partes do mundo, sendo Padroeiro de Portugal, Inglaterra e da região da Catalunha, na Espanha. Protetor dos soldados, escoteiros e de todos aqueles que integram ordens militares, São Jorge também é celebrado como um exemplo de fé inabalável diante das perseguições.