Monalisa Lima
Para a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é preciso assegurar o mínimo dos direitos aos povos indígenas, “sendo o primeiro e primordial, a garantia de seus territórios e do bem-viver, na forma da Constituição”. A afirmação está na nota “O CUIDADO COM OS POVOS INDÍGENAS É O CUIDADO COM A CASA COMUM“, divulgada nesta segunda-feira, 18 de dezembro, na qual a CNBB aponta os riscos da derrubada dos vetos presidenciais ao Projeto de Lei (PL) 2903/2023.
Foram dois dias de imersão e convivência com o povo Ka’apor, na maior Terra Indígena (TI) do Maranhão, ao noroeste do Estado. Ao retornarem da missão, o grupo realizou, no dia 21 de dezembro, uma coletiva de imprensa no Instituto Instituo de Estudos Superiores do Maranhão (IESMA), para partilhar o que ouviram e viram junto ao povo Ka’apor.
Os encarcerados da Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires tiveram a oportunidade de acompanhar a Santa Missa na tarde da última quarta-feira, dia 20 de dezembro. A Eucaristia foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e concelebrada pelo Assessor da Pastoral Carcerária, Pe. Welington Nascimento.
No início deste mês, o sonho se tornou realidade para os fiéis de Humaitá e de Santo Antônio do Rio Grande. Após consultar o Conselho Presbiteral e o Colégio dos Consultores Arquidiocesanos, o Arcebispo Metropolitano comunicou ao povo que serão elevadas à condição de Paróquia, a Quase-Paróquia Santo Antônio, município de Bocaina de Minas, e à Quase-Paróquia, a Comunidade Santa Maria Eterna, do distrito de Humaitá, em Juiz de Fora.
No último dia 17 de dezembro, a Igreja celebrou o terceiro domingo do Advento, chamado de domingo da alegria. Na Catedral Metropolitana, a Eucaristia das 10h, contou com uma intenção especial: os 47 anos de ordenação presbiteral de Dom Gil Antônio Moreira, Arcebispo de Juiz de Fora, que presidiu a Santa Missa.
Os integrantes da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS) foram empossados na terça-feira, 19 de dezembro, em cerimônia no Auditório Wladimir Murtinho, no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília (DF).
Nas felicitações de Natal aos funcionários do Vaticano, reunidos na Sala Paulo VI com seus familiares, o Papa Francisco dedicou seu discurso à contemplação do Mistério do nascimento de Jesus. “É belo poder captar o estilo de Deus, que não é grandioso nem barulhento, mas, ao contrário, é o estilo da ocultação e da pequenez”, disse.