O que você acha: as redes sociais refletem a sua liberdade?

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*Colaboração: Pe. Frei Flávio Henrique, pmPN

Há não muito tempo atrás, as chamadas ‘mídias de massa’ (televisão, rádio, jornais e revistas), dominavam e impunham a ideologia de poucos comunicadores às massas oceânicas de espectadores, ouvintes e leitores.

Os grandes meios de comunicação são chamados ‘mídias de massa’, muito embora, representem, na verdade, mínimas fatias com poder e meios de comunicar. Certo é que exercem grande influência sobre as massas sociais, ainda que permaneçam sob o domínio de seletos grupos de investidores econômicos e do Estado.

Tamanha a força de influência da mídia, que ganhou o status de 4º poder, na formação do Estado Democrático Moderno, o qual é formado oficialmente pelos Três Poderes constitucionais (Executivo, Legislativo e Judiciário).

Recentemente, todavia, surgiu na “genética” tecnológica da comunicação um novo meio, efetivamente das massas: as Redes Sociais.

Um fenômeno, nunca antes tão assustadoramente democrático, para o horror dos gestores da democracia, em geral habilidosos manipuladores dos humores coletivos (lideranças políticas, comunicadores, lideranças religiosas, ideólogos, intelectuais, etc).

Para estes tradicionais poderes da sociedade organizada, a casa ainda não caiu. Mas, está rangendo os alicerces. As massas descobriram nas redes sociais uma forma de se libertarem da obrigação de marcharem como ‘vacas de presépio’, unilateralmente sujeitas às manipulações massificadoras dos antigos modelos de comunicação.

Não obstante a isso, as massas ainda continuam – a julgar pelo que vira fenômeno nas redes – hipnotizadas com os vícios dos mesmos conteúdos dos gigantes da comunicação.

Não nos acredita?

Já reparou a quantidade de bobagens que viram fenômeno nas redes?

Raríssimo, ainda, acontecer que casos merecedores de justiça – pelo teor de seus conteúdos – sejam contemplados com os famosos ‘bum’ de acessos, fazendo repercutir ações pelo bem comum, de modo a contribuir para conscientização das coletividades, por força delas mesmas, nas redes sociais.

Este é um fenômeno curioso do comportamento social, dentro do fascinante fenômeno das comunicações via redes sociais. Mas, sabe o que é mais curioso nisto?

É que nós, da Equipe “Quero Viver Sim” gostaríamos de sermos contraditos na constatação desse fato.

Sim: nós gostaríamos, incrivelmente, de sermos desmentidos. Frisamos isto porque é óbvio que ninguém goste de ser desmentido de forma pública nas afirmações que faz. Mas nós, da Equipe “Quer Viver Sim!”, pelo bem da comunidade humana, neste caso, desejamos.

Gostaríamos que nos provassem o contrário. Gostaríamos que a coletividade reagisse a essa nossa afirmação de que as massas – da qual você faz parte – continuam manipuladas por realidades contrárias ao que efetivamente acreditam e pensam.

É preciso considerar o agravante de que as massas sociais agora dispõem dos meios tecnológicos para, invés de serem influenciadas pelos 4 poderes (executivo, legislativo, judiciário e midiático), poderiam facilmente influenciá-los com o novo poder das redes sociais. Mas ainda não conseguimos vislumbrar isto de forma ordeira e pacífica.

Por incrível que possa parecer, nós não ficaríamos aborrecidos com o constrangimento e a humilhação em sermos desmentidos. Admitiríamos com simplicidade e satisfação que erramos no nosso julgamento, se as redes socias mostrassem mais prontamente o vigor deste novo poder para multiplicar ações pela vida e pela paz, em pé de igualdade com que elas fazem “bombar” uma interminável lista de tranqueiras “sem pé nem cabeça”.

E porque, infelizmente, continuamos convencidos de que o poder das redes sociais ainda não atingiu sua verdadeira vocação em favor da liberdade das consciências individuais e coletivas, apresentaremos em seguida um triste exemplo prático. Na sequência, lançaremos um desafio a você que nos lê.

Porque, por exemplo, apesar das pesquisas indicarem que mais de 82% dos brasileiros (segundo VOX POPULI) serem contrários ao aborto, ele foi sub-repticiamente tornado possível pela LEI 12.845 de 2013?

Como é que, por mais que haja muitas iniciativas na internet para revogar esta lei (como as do Projeto QUERO VIVER SIM), pululando nas redes sociais, nenhuma delas atinge marcas astronômicas de acesso, compartilhamento ou curtidas como o conseguem, por exemplo, aquela ‘dança do cavalinho’ ou outras coisas do gênero?

Percebe, na prática, o que acabamos de afirmar anteriormente?

Agora, lançamos um desafio a você que nos lê. Lamentamos, de antemão, que eventualmente este desafio possa fortalecer a prova do que, com pesar, estamos afirmando.

Não se ofenda, mas, pelas razões acima apresentadas, duvidamos que você faça multiplicar, através das redes sociais e com a mesma força dos milhares de compartilhamentos e curtidas fenomenais encontrados na internet, o Projeto “Quero viver Sim!” e a Campanha “Bandeira Branca Neles.”

E duvidamos mesmo sabendo que você, em seu íntimo, concorda moralmente com essas propostas e deseja que os bebês vivam, e queira um basta para todos os desmandos no Brasil, com paz, em paz e na paz.

Até que você e seus amigos virtuais nos provem o contrário, continuaremos pensando que as massas humanas continuam a viver a ilusão da liberdade através das redes sociais.

É, sim, um desafio e uma “provocação” em prol das melhores aspirações pelo bem comum e se você e seus amigos virtuais fazem parte das massas que não concordam com o aborto e com a crescente violência social e pública, então, sinta-se desafiado a escapar da dura conclusão anterior, a fim de provar que nós estamos equivocados quanto a incapacidade das massas usarem o poder das redes sociais em favor de causas nobres.

Você não imagina como gostaríamos de estarmos redondamente enganados em nossas convicções sobre esta questão.

Prove-nos que estamos errados!!!

Então?! O que vai fazer com o seu poder de difundir isto?

Vai convencer ao menos 10 pessoas a estimularem outras 10 (e assim sucessivamente) a divulgarem o facebook e o blog do Projeto “QUERO VIVER SIM!”?

Mais uma vez, não se ofenda: Duvidamos… Agora que leu até aqui, o ônus da prova em contrário, passa a ser seu.

Se antes desafiamos você a provar que estamos errados, agora, desafiamos você a provar que a sua consciência é que está certa – e coerente com seu agir – fazendo multiplicar o bem que ela deseja para ela própria, transformando isto em favor de muitos.

Até lá, até que se prove o contrário do que infelizmente somos obrigados a afirmar, não se sinta ofendido.

Afinal, agora o poder de mudar isto é seu, já que o fenômeno das redes sociais passa pela sua rede social.

Por último, se as coletividades aceitam ser provocadas a promover tanta bobagem sem sentido pelas redes sociais, porque não podemos provocar você e seus amigos virtuais a promoverem o bem, a vida e a paz?

Desminta-nos: curta, compartilhe, divulgue: (clique aqui

Outras Informações:

Equipe Quero viver Sim! – Campanha Bandeira Branca Neles! – E-mail: [email protected]

 

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