“É a oração que alimenta a vida do presbítero, é a alma de todo apostolado”, afirma Dom Beni sobre Retiro do Clero

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Cerca de 45 padres da Arquidiocese de Juiz de Fora participaram, durante esta semana, do Retiro Espiritual do Clero, no Ceflã. O encontro, realizado anualmente, é dividido em duas turmas; o primeiro grupo de sacerdotes realizou o retiro no mês de julho.

Assim como naquela oportunidade, o responsável pelas pregações foi o Bispo Emérito de Lorena (SP), Dom Benedito Beni dos Santos, que falou aos padres de forma virtual. Segundo Dom Beni, que conduziu as reflexões a partir do tema “A vida e o ministério do sacerdote”, o retiro é um exercício espiritual, isto é, uma atividade conduzida pelo Espírito Santo. “Todo aquele que participa do retiro deve abrir o coração para a ação do Espírito Santo, que nos fala, sobretudo, através da Palavra de Deus. Todo retiro gira e é alimentado pela Palavra de Deus anunciada pelo pregador e, depois, entronizada pela leitura orante de cada sacerdote.”

Durante suas pregações, o Bispo Emérito de Lorena também abordou o caminho sinodal que a Igreja está percorrendo, a devoção à Nossa Senhora e a Santo Antônio e, por fim, a espiritualidade do presbítero. “É a oração que alimenta a vida do presbítero, é a alma de todo apostolado”, ressaltou. “Cada sacerdote que participa vai tirar suas conclusões práticas, para renovar a sua relação com o povo de Deus e reassumir, com entusiasmo, com esperança e alegria, o ministério que a Igreja lhe confiou”, finalizou Dom Beni.

*Santa Missa marcou o início do retiro, na segunda-feira (21)

O Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, participou de alguns momentos do retiro espiritual. O pastor arquidiocesano apontou que, nos cinco dias que passam diante de Deus, os padres devem praticar a oração, a meditação e a penitência. “Durante esses dias, eles se preparam, se alimentam espiritualmente para servir ao Senhor nas suas paróquias, nas suas tarefas durante todo o próximo ano que virá. É um momento importante para a vida da diocese, para a vida de cada padre.”

Dom Gil ainda recordou o encerramento do II Sínodo, celebrado às vésperas do início do retiro. “Neste momento em que a Arquidiocese de Juiz de Fora passa para mais uma etapa da sua vida histórica, que é o momento pós-sinodal, em que ela faz toda uma reformulação da pastoral e abre novos caminhos e novas agendas para atender aos pobres e mais necessitados, o retiro tem uma significação muito importante para nós.”

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