1º de dezembro: Pastoral da AIDS celebra Dia Mundial de Combate à doença com Missa Solene

*Imagem: Uol
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Todos os anos, o dia 1º de dezembro marca a celebração do Dia Mundial de Luta contra a Aids (Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida). Este ano, a Pastoral da Aids, vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), celebra a data com a temática “É tempo de Cuidar…”, em sintonia com a Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil.

Para comemorar a data, uma missa solene será celebrada às 18h, direto da Arquidiocese de Juiz de Fora (MG), atual sede da secretaria executiva da pastoral. A missa será presidida pelo bispo de Friburgo (RJ) e novo referencial para a Pastoral da Aids, dom Luiz Ricci, e terá transmissão ao vivo pelas redes sociais da Pastoral, Facebook e Youtube.

A Pastoral da Aids tem se somado ao esforço de organizações da sociedade e do governo brasileiro na mobilização para realizar ações de conscientização, prevenção e autocuidado e luta contra estigma e preconceito em relação ao HIV. De acordo com o Programa das Nações Unidas sobre o HIV (Unaids), a Covid-19 está mostrando mais uma vez como a saúde está interligada a outras questões críticas, como redução da desigualdade, direitos humanos, igualdade de gênero, proteção social e crescimento econômico. Com isso em mente, este ano o tema do Dia Mundial contra a AIDS é “Solidariedade mundial, responsabilidade compartilhada”.

O ano de 2020 também marca a entrada na última década de ação para acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. A Unaids aponta que para isso é preciso vontade política para alcançar esse objetivo e que só a mobilização de todos é capaz fazer com eu se chegue lá.

O Dezembro Vermelho surgiu em 1987, quando a ONU criou esta campanha e, em 1991, a fitinha vermelha surgiu com artistas de Nova York, para lembrar a luta contra o HIV e transmitir compreensão, solidariedade e apoio a quem vive com o vírus. No Brasil, o projeto foi adotado em 1988, pelo Ministério da Saúde, segundo a Agência Aids.

*Com informações da Unaids e Agência Aids
**Fonte: Site da CNBB

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