Nosso Padroeiro

Santo Antônio nasceu em Lisboa no ano de 1195, batizado como Fernando, mais tarde trocou seu nome por Antônio ao ingressar na Ordem dos Franciscanos. O sobrenome “de Pádua” relaciona-se à cidade italiana onde ele viveu seus últimos anos e que conserva até hoje suas relíquias. Entre nós, na região da Mata mineira, a devoção e o culto a Santo Antônio tem origem muito antiga, desde os primeiros povoadores. A fé e o devotamento a Santo Antônio é uma herança portuguesa, tido como santo milagroso para a localização de pertences perdidos e principalmente como protetor dos casais de namorados, o famoso “santo casamenteiro”. Acreditam historiadores que a ligação de Santo Antônio com o matrimônio teria surgido em virtude de sua festa ser comemorada no mês de junho, período de antigas celebrações da fertilidade, no campo.

A primeira Capela dedicada a Santo Antônio que se tem notícia nessa região teria surgido na primeira metade do século XVIII, construída pelo fazendeiro Antônio Vidal. Em 1850 a então Vila de Santo Antônio do Paraibuna de Juiz de Fora é elevada à categoria da paróquia e sua capela torna-se a Matriz no mesmo local onde se encontra hoje, como a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora.

Como símbolo do encerramento da primeira fase do Sínodo Arquidiocesano, a Arquidiocese de Juiz de Fora ganhou uma nova imagem de Santo Antônio. Medindo 1,5m, a artística peça sacra vem do Santuário de Santo Antônio, que fica em Pádua – Itália. A imagem, bela escultura em madeira, foi abençoada em Pádua, pelo Superior da Ordem Franciscana local, diante do túmulo de Santo Antônio, antes de ser expedida para o Brasil.

Foi apresentada aos fiéis no dia 23 de novembro de 2010, pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, durante missa na Catedral Metropolitana. Até o dia 13 de junho de 2011 percorreu as 85 paróquias do território arquidiocesano, em peregrinação, quando retornou para a Catedral, em uma grande festa, ao encerrar o I Sínodo Arquidiocesano.

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